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Economia

21/06/2022 às 11h13 - atualizada em 23/06/2022 às 15h53

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Da Redação

Belém / PA

Copom prevê uma queda da atividade econômica
Os dados foram recolhidos na reunião realizada na semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi elevada de 12,75% ao ano para 13,25% ao ano – um aumento de 0,5 ponto
Copom prevê uma queda da atividade econômica
(crédito: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil )

O Banco Central (BC) divulgou nesta terça-feira (21/6) a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), com a previsão de uma desaceleração da atividade econômica mais acentuada. A reunião foi realizada semana passada, quando a taxa básica de juros da economia foi elevada de 12,75% ao ano para 13,25% ao ano – um aumento de 0,5 ponto percentual.


Foi a décima primeira elevação seguida na taxa básica de juros. Atualmente em 13,25%, a taxa Selic está no maior nível desde dezembro de 2016, quando havia chegado a 13,75% ao ano. O BC acrescentou ainda que para conter a inflação, ainda elevada e disseminada, precisará subir mais os juros e mantê-los altos por um período maior de tempo.


Inflação


Segundo o Copom, a inflação ao consumidor segue elevada, com alta disseminada entre vários componentes. "A inflação de serviços e de bens industriais se mantém alta, e os recentes choques continuam levando a um forte aumento nos componentes ligados a alimentos e combustíveis", informou o comitê.


O comitê ressalta que as leituras recentes vieram acima do esperado e a surpresa ocorreu tanto em componentes mais voláteis como naqueles mais associados à inflação subjacente: "Os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária seguem com inflação elevada e as diversas medidas de inflação subjacente aceleraram, mantendo-se acima do intervalo compatível com o cumprimento da meta para a inflação."


As expectativas de inflação para 2022, 2023 e 2024 apuradas pela pesquisa Focus encontram-se em torno de 8,5%, 4,7% e 3,25%, respectivamente.


O comitê avaliou, ainda, que o cenário inflacionário global segue marcado por pressões inflacionárias advindas tanto de uma demanda por bens persistentemente alta, como de choques de oferta ligados à guerra na Ucrânia e à política chinesa de combate à covid-19.


 


 

FONTE: Correio Braziliense

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